Parede Abdominal · Cirurgia Robótica

Cirurgia robótica de hérnias e diástase abdominal

Tratamento cirúrgico de hérnias complexas e diástase dos retos abdominais por abordagem robótica, com reconstrução precisa da parede abdominal e recuperação em casos selecionados.

O que é a cirurgia da parede abdominal

A parede abdominal é uma estrutura complexa de músculos e tecido conjuntivo que sustenta os órgãos internos. Quando essa estrutura se enfraquece ou se rompe, surgem as hérnias — e quando os músculos retos se afastam, a diástase.

O tratamento cirúrgico dessas condições evoluiu muito. Hoje, a abordagem robótica permite operar com precisão e reconstruir a parede com menor trauma em casos selecionados.

Tipos de hérnia que tratamos

Cada tipo de hérnia tem características próprias e exige abordagem específica:

Por que a abordagem robótica

A cirurgia robótica oferece visão tridimensional ampliada e instrumentos articulados que permitem suturar e posicionar telas de reforço com precisão. Em casos selecionados de hérnias complexas e diástase, isso pode significar menor trauma tecidual e incisões menores.

A indicação da via robótica, laparoscópica ou aberta depende sempre da avaliação individualizada de cada caso.

Diástase: quando é mais que estética

A diástase dos retos abdominais é frequentemente vista como questão estética, mas pode ter impacto funcional real — dor lombar, instabilidade abdominal e, em alguns casos, hérnias associadas. A avaliação criteriosa diferencia o caso que se resolve com fisioterapia daquele que exige correção cirúrgica.

Cirurgia robótica de hérnia e parede abdominal em João Pessoa - Dr. Daniel Hortiz

Perguntas frequentes

A percepção de dor varia entre pacientes. A abordagem minimamente invasiva, incluindo a robótica, costuma envolver incisões menores e menor manipulação dos tecidos em casos selecionados. A avaliação individualizada define a melhor abordagem para cada caso.
A recuperação varia conforme o tipo de hérnia, a técnica utilizada e as características do paciente. O retorno às atividades é orientado individualmente após a cirurgia.
Não. Diástases leves a moderadas sem hérnia associada podem ser tratadas com fisioterapia especializada. A cirurgia é indicada em casos de impacto funcional significativo, hérnia associada ou falha do tratamento conservador.
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